No carro, eu estava um pouco apreensiva, apesar de já ter uma boa dose de álcool correndo nas veias. Nana passou a mão em minha perna e sorriu, antes de mudar a marcha e passar pelo semáforo que acabara de abrir. Paulo estava no banco de trás.
Ana Lúcia, ou melhor, Nana, me fora apresentada por um amigo em comum, alguns anos antes. Talvez porque esse amigo achasse que eu precisava “me soltar”, ela seria a companhia ideal para me ajudar nesse processo. Quando conheci a Nana, me assustei um pouco; depois de um tempo de conversa, começou a contar sobre suas intimidades, sem pudores, sem meias palavras. Ao mesmo tempo em que me sentia constrangida, algo nela me atraía, e, algumas garrafas de cerveja depois, eu já não entendia o que ela falava, só ria junto quando eles riam, enquanto meu olhar deslizava por seus olhos, boca, seios. Nessa mesma noite, por baixo da mesa, ela começou a acariciar minha coxa, enquanto conversava sobre vários assuntos... quando ela subiu a mão sob a saia, entre as minhas coxas, não pude esconder o susto e a surpresa e percebi que ela e o nosso amigo trocaram um olhar malicioso.
Depois desse dia, nos encontramos várias vezes. Em um desses encontros, depois de saciados os desejos e já nos braços uma da outra, ela comentou que tinha vontade de me ver tendo prazer com um homem. Na época, eu ainda não tinha chegado aos “finalmentes” com nenhum homem, provavelmente porque um namoradinho tentara me possuir a força nos tempos do colégio e, com medo de que acontecesse de novo, sempre que as coisas começavam a esquentar, eu pulava fora. Me sentia mais à vontade com garotas.
Por um bom tempo pensei no que Nana me falara e comecei a me excitar com a idéia de tê-la comigo na minha primeira vez com um homem. Queria ver o prazer estampado em seu rosto ao me ver sendo possuída, queria seus carinhos, queria compartilhar esse momento de descoberta com ela. Conversamos a respeito e, depois de repassar mentalmente uma lista de amigos-amantes que ela tinha, concluiu que Paulo seria a pessoa ideal, se ele topasse. Excluiu os muito bem dotados, porque poderiam me machucar, e também os que curtiam um sexo mais selvagem, o que não convinha para a ocasião. Comentou que Paulo era tranqüilo, paciente e comia muito gostoso.
Paulo concordou com a proposta e, no dia combinado, Nana passou na casa dele e depois na minha, antes de seguirmos para o motel.
***
Ao entrarmos no quarto, Nana abriu a bolsa, tirando uma sacola plástica, cheia de velas vermelhas, em formato de coração. Eram cerca de vinte, que eu e Paulo ajudamos a espalhar pelo quarto e acender. Com as luzes apagadas e as velas acesas, o ambiente ficou bonito, razoavelmente iluminado, com sombras que dançavam nas paredes conforme nos movimentávamos, dando a impressão de que sonhávamos.
Nana tomou a iniciativa e já foi logo se despindo, jogando as roupas pelo carpete, ficando só de calcinha na cama. Comecei a me despir, ela me ajudou, me deixando completamente nua, e pediu para que Paulo só observasse. De joelhos sobre a cama e de frente uma para a outra, começamos a nos beijar e a roçar nossos seios uns nos outros, enquanto nossas mãos percorriam nossos corpos sedentos de prazer. Eu fechava os olhos para senti-la melhor, sentir sua essência de fêmea entrando por meus poros, o cheiro de seu perfume me invadindo.
Ela fez com que eu me deitasse e começou a beijar cada centímetro do meu corpo, a lambê-lo e mordiscá-lo: pescoço, seios, braços, mãos, barriga, pernas, pés... para depois subir novamente por minhas pernas abertas e encontrar minha grutinha encharcada. Passou a língua de leve na xoxota, só para provocar, antes de começar a explorar o interior e encontrar o moranguinho inchado, que implorava para ser devorado. Ela continuou me chupando até que eu gozasse e, quando isso aconteceu, ela esfregou seu rosto contra a minha xaninha, se lambuzando com o meu líquido. Comecei a beijar seu corpo, mas ela não permitiu que eu continuasse. Era a hora do Paulo entrar na brincadeira. Ele estava só de cueca, com o membro completamente rijo fora da cueca; ficara se tocando enquanto nos observava.
Paulo tirou a cueca e foi para o meio da cama, onde ficou de joelhos. Nana tocou-o um pouco com as mãos e depois começou a chupá-lo, me puxou para perto dela, beijou minha boca e me conduziu de modo que eu também o chupasse. Dividimos o “pirulito”, entre um beijo e outro, enquanto ouvíamos os gemidos de Paulo. Nana parou de chupá-lo, colocando-o em minha boca e, enquanto eu o chupava, ela o tocava com as mãos. Era estranha, mas muito prazerosa a sensação de ter aquele membro pulsante e quente em minha boca. Perceber a excitação dele e sua respiração ofegante me excitava muito. Depois de um tempo, ele quis comer uma xaninha. Nana comentou que eu não tinha experiência e que ele sentiria minha xoxota apertada ao me penetrar, além de ter cochichado algo no ouvido dele que eu não pude ouvir. Então ele me fez deitar, abriu minhas pernas e começou a me chupar, me deixando mais molhada. Pedi para que Nana me beijasse; ela beijou minha boca e seios. Sentia arrepios de prazer e ondas de calor me invadindo a cada toque deles. A sensação de ser chupada e beijada e acariciada por várias mãos ao mesmo tempo era maravilhosa. Quando Paulo parou de me fazer o oral para colocar a camisinha e o KY, Nana desceu por meu ventre e me chupou um pouco mais. Antes que ele me penetrasse, ela o impediu por um instante e, colocando um travesseiro sob o meu quadril, pediu para que fizesse bem devagar e, a mim, sussurrou: “relaxa... é bom... muito bom...”, arrematando com uma lambida no meu ouvido... senti seu membro me penetrando pouco a pouco, e também uma leve ardência depois de um tempo; quando percebi, ele já estava todo dentro de mim; colocou minhas pernas em seus ombros e, conforme foi me penetrando novamente, me senti sendo preenchida, era uma sensação nova, prazerosa. Beijei Nana, que se deitou de modo a alcançar meu grelinho, ela me tocou, me beijou, sugou meus seios. Fiz movimentos com meu quadril para sentir Paulo dentro de mim, e ele disse algo como: “Como você é apertadinha! Estou morrendo de tesão!!”. Nana me beijou, sufocando o som dos meus gemidos. Nesse momento, a sensação foi de dor e prazer, pois Paulo acelerou os movimentos e Nana continuou tocando meu grelinho inchado com os dedos. Ela queria me ter em sua boca, então passou a perna pela minha cabeça e direcionou sua cabeça para o lado oposto da minha, formando um meia-nove maravilhoso, enquanto Paulo continuou bombando em mim. Envolvi seu bumbum com as mãos e comecei a lamber tudo que encontrava até chegar no grelinho inchado, que chupei e mordisquei com vontade. Ela continuou me tocando com os dedos, com movimentos rápidos e, enquanto eu percorria seu cuzinho com a língua ou enfiava-a em sua bucetinha molhada, ela falava para o Paulo: “Mete na minha japinha gostosa!!”, ao que ele obedecia com vontade. Nana rebolava em minha boca a bucetinha que eu continuava a chupar e penetrar como louca.
Eu estava quase gozando e, nesse momento, Nana acelerou os movimentos com os dedos, mas saiu de cima de mim para que Paulo pudesse ver meu gozo, que veio de um jeito violento, me mortificando de prazer. Todo o meu corpo se contraiu e me deixou fora de órbita por alguns segundos. Ele tirou o membro ainda rijo de mim e Nana pediu para que ele gozasse e minha boca, me desse “leitinho”, para que eu sentisse o seu gosto. Ela me segurou pelos cabelos, falou umas bobagens e ele gozou em meu rosto... senti um pouco da porra em minha boca e também senti parte dela escorrendo pelo meu queixo – era uma sensação ambígua de nojo e prazer. Nana passou a mão pelo meu rosto e depois espalhou aquele líquido viscoso nos meus seios. Ela disse que queria um pouco da porra que também era dela, afinal de contas ela havia me apresentado o sujeito. Concordei e nos beijamos na boca; depois me lambeu, procurando os restos de porra espalhados por meu rosto.
Eu e Paulo comentamos que só faltava ela gozar. Ela fez com que nos sentássemos na cama, foi até a bolsa, tirou um vibrador em forma de batom, passou um pouco de KY na xaninha depilada, espalhando com os dedos, e, já na cama, na nossa frente, ligou o vibrador e começou a percorrer a xoxota com ele até chegar ao grelo intumescido... depois de um tempo, ouvimos seus gemidos, e ela começou a nos provocar, perguntando se estávamos vendo sua bucetinha aberta, com o grelo durinho. Pediu para que eu me aproximasse... desci minha mão por seu ventre e comecei a tocar sua bucetinha, ela então colocou o vibrador de lado; abri sua xana com os dedos para encontrar o grelinho, no qual comecei a fazer movimentos circulares, enquanto Paulo se tocava, nos observando. Penetrei um dedo nela para lubrificá-lo e depois voltei para o grelinho, aumentando a velocidade do movimento. Penetrei-a com um dedo e depois outro, descendo a boca para chupar o grelo. Ela me segurou pelos cabelos e fez com que eu esfregasse minha língua, boca e rosto contra sua xoxota e, com isso, ela se contorceu em êxtase. Ela então me puxou para si, fazendo com que o meu corpo ficasse sobre e contra o seu, e me beijou, sentindo seu próprio gosto. Paulo se aproximou e também quis beijar e ser beijado. Nós três nos beijamos. Nesse momento, ela comentou: “Viu como eu tinha razão? Ele te deixou feliz, não foi?” e Paulo respondeu que fui ótima. Para uma iniciante, realmente acho que não me saí tão mal. Me deitei entre os dois, e, enquanto as velas terminavam de queimar e as sombras paravam de dançar, recuperamos nossas energias.
4 comentários:
Ana Lúcia
super legal : )
tem MSN ? orkut ???
sano-suke@hotmail.com
Oi Sano!
Obrigada pela sua visita!
Beijos!
adorei,demais,estou toda molhada....
Oi... achei tudo de bom... minha primeira vez foi espetacular, mas se tivese sido assim seria lembrada por tants vidas a frente... kkkkk
Adorei vc...
Se eu ja tinha vontade de ficar com uma menina, depois de te conhecer não tenho mais vontade, tenho certeza convicta que vou, e espero que seja alquem como vc!!!!
Adorei o blog... virei sempre...
Beijo e sucesso
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